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Abr 09
publicado por aquiagorasempre, às 08:46link do post
Não é o de Blake,em chamas
nem o que entreviu Borges
através das barras,talvez até
impressas no pêlo,temperando
o ouro do ataque e do remanso
interrompido pelas tiras de sombra
indo e vindo,entre o mel e a fera.
Mas o que sobrou na Ásia ou África
-fogueira sozinha se extinguindo
em sua fúria e instinto sem a mão
que contorne a ferocidade da garra
e do olhar extremo,ou a lembrança
do seu nobre metal aceso,sol aberto
mesmo dentro da cegueira,agora
cada vez mais riscado e escurecido
pelas linhas do grafite e do carvão.

Oi Lúcio,obrigado pela visita.Gosto muito da proposta do seu blog.Eu ensino inglês aqui.
Abraço do James.
james p. a 10 de Abril de 2009 às 12:32

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