03
Fev 09
publicado por aquiagorasempre, às 09:21link do post | comentar | |





Axes



after



whose stroke the wood rings,



and the echoes!



Echoes travelling



Off from the centre like horses






The sap



Wells like tears,like the



water striving



to re-establish its mirror



over the rock






That drops and turns,



A white skull,



Eaten by weedy greens.



Years later I



Encounter them on the road-






Words dry and riderless,



The indefatigable hoof-taps.



while



From the bottom of the pool,fixed stars



govern a life.









Golpes



de machado que fazem soar a madeira,



E os ecos!



Ecos partindo



Do centro como cavalos.






A seiva



Jorra como lágrimas,como a



Água lutando



Para repor seu espelho



sobre a rocha






Que cai e vira,



Um crânio branco



comido por ervas daninhas.



Anos depois



as encontro a caminho-






Palavras secas e sem rédeas,



infatigável bater de cascos.



Enquanto



Do fundo do poço,estrelas



Governam uma vida.



(Sylvia Plath-tradução de Ana Cristina Cesar)






















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